
Há algumas décadas, convivemos com um tipo de informação que desde então nos gera automática procedência, porém. A duplicidade de sua cor, que hoje se tornou milionésima, se tornou um padrão, modelo de se ser, agir e prosperar em vida, maravilha, perfeita concessão.
Nos deparamos com nossa vida, nas mazelas do dia a dia, seguirem aparentes proféticas sucessões. Onde estamos errando? Porque os jovens perecem cada vez mais jovens?
Certas vezes costumo pensar que estamos conduzidos, não obstante cruelmente sedados, ao paraíso dos povos acomodados na classe.
Em qual classe estamos? Ou o problema reside na classe? Seja qual for a resposta, apesar do constante turbilhão de coisas que acontecem estampadas na vista da raça, o que é preciso é união e comunhão.
Fernando Oliveira
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